domingo, 17 de janeiro de 2010

PNDH III E A LUTA PELOS DIREITOS HUMANOS NO BRASIL

A ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais, o FENDH - Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos, o MNDH - Movimento Nacional de Direitos Humanos e a Plataforma Dhesca Brasil - Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos Sociais, Culturais e Ambientais, que reúnem centenas de organizações e movimentos sociais em todo o Brasil, manifestam, por meio desta nota, seu apoio ao III Programa Nacional de Direitos Humanos que, desde sua publicação, tem causado forte reação contrária de setores conservadores da sociedade brasileira.
Formulado de maneira transparente, dentro de um processo que envolveu grande participação popular, consultas públicas e conferências municipais, estaduais e nacional, com a presença de 14.000 representantes do poder público e da sociedade civil, o PNDH III caminha no sentido da efetivação de uma política real de Direitos Humanos, fundamental para a construção de um país democrático para todos e todas. Assim, é imprescindível tocar em questões como a democratização da propriedade e dos meios de comunicação e a abertura dos arquivos da ditadura militar (1964-1985). O Programa é pioneiro ao discutir a relação entre modelo de desenvolvimento e Direitos Humanos, afirmando também a impossibilidade de efetivar os direitos no Brasil se não forem combatidas as desigualdades de renda, raça/etnia e gênero e a violência nos centros urbanos e no campo.
Infelizmente, a ofensiva levada a cabo por setores da imprensa e de alas conservadoras da Igreja, militares e ruralistas, entre outros, tenta disseminar uma visão anacrônica dos direitos humanos, reagindo violentamente a qualquer tentativa de mudança deste quadro no país. O debate sobre o PNDH III tem sido sistematicamente tolhido pelos meios de comunicação comerciais, que dão voz a apenas um lado, reforçando os argumentos que apontam para a necessidade de construção de uma mídia plural e democrática. Se esquecem, contudo, de colocar que a elaboração do PNDH é um compromisso internacional assumido pelo Brasil em 1993, na Conferência de Viena, que recomendou em seu plano de ação que os países elaborassem Programas Nacionais de Direitos Humanos, por meio dos quais os Estados avançariam na promoção e proteção dos direitos.
Neste sentido, o Programa dá um passo adiante em relação ao que existe desde o governo FHC (PNDH I - 1996 e PNDH II - 2002), e concretiza o que já está ratificado nos inúmeros Tratados Internacionais que o Brasil assina no âmbito das Nações Unidas e do Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
A ABONG, o FENDH, o MNDH e a Plataforma Dhesca chamam a atenção para a necessidade de avançarmos na proposição e efetivação de políticas públicas ligadas aos Direitos Humanos como pressuposto para a construção da sociedade que queremos. Acreditamos que o Programa Nacional de Direitos Humanos representa esse passo necessário e urgente de garantir uma vida com dignidade para todos(as) os(as) brasileiros(as).

Brasília, 12 de janeiro de 2010.


ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais
www.abong.org.br

FENDH - Fórum Nacional de Entidade de Direitos Humanos
www.direitos.org.br

MNDH - Movimento Nacional de Direitos Humanos
www.mndh.org.br

Plataforma Dhesca Brasil - Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos Sociais, Culturais e Ambientais
www.dhescbrasil.org.br

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

STJ garante a quilombolas posse de terras na Ilha de Marambaia

A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) assegurou aos descendentes de escravos a posse definitiva de terras situadas na Ilha de Marambaia, no Rio de Janeiro. O julgamento foi concluído em dezembro, quando a ministra Denise Arruda apresentou voto vista acompanhando os ministros Luiz Fux e Benedito Gonçalves, relator do caso.
A disputa pela posse era entre a União e um pescador descendente de escravos, que vive há mais de 40 anos na região, uma área de segurança controlada pela Marinha. Além de ajuizar ação de reintegração de posse, a União pretendia receber do pescador indenização por perdas e danos no valor de um salário mínimo por dia, a partir da data de intimação ou citação até a restituição do imóvel.
Em primeiro grau, a União conseguiu a reintegração, mas teve o pedido de indenização negado. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O pescador recorreu ao STJ. Primeiramente, o ministro Benedito Gonçalves rejeitou o recurso por razões processuais. Mas o relator mudou o entendimento após detalhado voto vista do ministro Luiz Fux apresentando uma série de fundamentos para justificar a justa posse da área pelos descendentes de escravos. A ministra Denise Arruda pediu vista e acabou acompanhando as considerações do ministro Fux, de forma que a decisão da Turma foi unânime.
Voto condutor
No extenso e minucioso voto vista, o ministro Luiz Fux deu provimento ao recurso do pescador com base em uma série de fundamentos. Primeiro, o ministro ressaltou que a Constituição Federal de 1988 garantiu aos remanescentes das comunidades dos quilombos o direito à justa posse definitiva com direito à titulação, conforme estabelece o artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT): “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos.”
Fux destacou que um laudo solicitado pelo Ministério Público Federal atestou que os moradores da Ilha de Marambaia descendem, direta ou indiretamente, de famílias que ocupam a área há, no mínimo, 120 anos, por serem remanescentes de escravos de duas fazendas que funcionavam no local até a abolição da escravatura. Certo de que a área é remanescente de quilombos e que a posse é transmissível, o ministro entende que a posse dos quilombolas é justa e de boa-fé, o que não pode ser afastado pela alegação de domínio da União.
Ao debater o tema em sessão, o ministro Luiz Fux fez duras críticas à estratégia processual da União de promover ações individuais para descaracterizar a comunidade e o fenômeno étnico e coletivo. Por fim, o ministro ressaltou que, “no direito brasileiro, na luta entre o possuidor e o proprietário vence o possuidor”.
Superior Tribunal de Justiça

STJ garante a quilombolas posse de terras na Ilha de Marambaia

A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) assegurou aos descendentes de escravos a posse definitiva de terras situadas na Ilha de Marambaia, no Rio de Janeiro. O julgamento foi concluído em dezembro, quando a ministra Denise Arruda apresentou voto vista acompanhando os ministros Luiz Fux e Benedito Gonçalves, relator do caso.
A disputa pela posse era entre a União e um pescador descendente de escravos, que vive há mais de 40 anos na região, uma área de segurança controlada pela Marinha. Além de ajuizar ação de reintegração de posse, a União pretendia receber do pescador indenização por perdas e danos no valor de um salário mínimo por dia, a partir da data de intimação ou citação até a restituição do imóvel.
Em primeiro grau, a União conseguiu a reintegração, mas teve o pedido de indenização negado. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O pescador recorreu ao STJ. Primeiramente, o ministro Benedito Gonçalves rejeitou o recurso por razões processuais. Mas o relator mudou o entendimento após detalhado voto vista do ministro Luiz Fux apresentando uma série de fundamentos para justificar a justa posse da área pelos descendentes de escravos. A ministra Denise Arruda pediu vista e acabou acompanhando as considerações do ministro Fux, de forma que a decisão da Turma foi unânime.
Voto condutor
No extenso e minucioso voto vista, o ministro Luiz Fux deu provimento ao recurso do pescador com base em uma série de fundamentos. Primeiro, o ministro ressaltou que a Constituição Federal de 1988 garantiu aos remanescentes das comunidades dos quilombos o direito à justa posse definitiva com direito à titulação, conforme estabelece o artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT): “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos.”
Fux destacou que um laudo solicitado pelo Ministério Público Federal atestou que os moradores da Ilha de Marambaia descendem, direta ou indiretamente, de famílias que ocupam a área há, no mínimo, 120 anos, por serem remanescentes de escravos de duas fazendas que funcionavam no local até a abolição da escravatura. Certo de que a área é remanescente de quilombos e que a posse é transmissível, o ministro entende que a posse dos quilombolas é justa e de boa-fé, o que não pode ser afastado pela alegação de domínio da União.
Ao debater o tema em sessão, o ministro Luiz Fux fez duras críticas à estratégia processual da União de promover ações individuais para descaracterizar a comunidade e o fenômeno étnico e coletivo. Por fim, o ministro ressaltou que, “no direito brasileiro, na luta entre o possuidor e o proprietário vence o possuidor”.
Superior Tribunal de Justiça

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

SEPPIR lança plano nacional de proteção à liberdade religiosa

A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) lança, no dia 20 deste mês, em Brasília, o Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa e de Promoção de Políticas Públicas para as Comunidades Tradicionais de Terreiro (PNCT). O evento antecipa as comemorações de 21 de janeiro, Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
Ainda para celebrar a data, a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no Distrito Federal apresenta, em parceria com a SEPPIR, a publicação Inventário dos Terreiros do DF e Entorno – 1ª Fase.
A cerimônia será no Salão Negro do Palácio da Justiça (Ministério da Justiça, Esplanada dos Ministérios) e contará com a presença de representantes de comunidades de terreiros de todo o país e de autoridades diversas, como o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, e o subsecretário de Políticas para Comunidades Tradicionais da SEPPIR, Alexandro Reis.
A programação inclui o Seminário sobre Regularização Fundiária e Proteção à Liberdade Religiosa, que será realizado de manhã. O lançamento do Plano e do Inventário será a partir das 14h30.
Histórico - O Brasil possui a maior população negra fora da África, um dos maiores contingentes de comunidades de etnia cigana do mundo e mais de 180 povos indígenas, mistura enriquecida com a contribuição de imigrantes de todos os continentes. No entanto, o país ainda convive com o racismo e a discriminação contra as comunidades tradicionais de terreiro.
O Plano Nacional –resultante de um conjunto de ações articuladas do Governo Federal para combater a intolerância religiosa– está em consonância com a Constituição Federal e com os acordos e convenções firmados pelo Brasil com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos humanos e, especialmente, o direito à liberdade de consciência e de crença.


Comunicação Social da SEPPIR /PR
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sábado, 2 de janeiro de 2010

Professor dá a aluno nota maior que Saresp

ANTÔNIO GOIS

Há uma significativa distância entre o que se vê em sala de aula e o que é revelado pelo Saresp, o sistema oficial de avaliação da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo.
Estudo feito por três pesquisadores do departamento de economia da USP -Ricardo Madeira, Marcos Rangel e Fernando Botelho- mostra que os professores da rede estadual dão notas maiores a seus alunos do que as que os mesmos estudantes recebem no Saresp.
Além disso, há diferença entre as notas do boletim escolar em comparações raciais e de gênero. Negros e brancos com resultado idêntico no Saresp e as mesmas características têm notas diferentes em sala de aula, em favor dos brancos. O mesmo ocorre, com intensidade maior, a favor das meninas.
Esse é o primeiro estudo que confronta o desempenho de estudantes no Saresp com as notas dos boletins escolares.
A maior discrepância foi verificada nas provas de matemática do 3º ano do ensino médio. Na escala do Saresp, só 36% dos alunos eram proficientes. Para os professores, no entanto, quase todos (93%) atingiram o patamar mínimo de aprendizado considerado adequado.
Nas provas de língua portuguesa da 4ª série, a distância foi menor: 79% de proficientes, segundo o Saresp, e 95%, de acordo com os professores.
"O que percebemos é que o professor está avaliando seus alunos de maneira diferente do Estado. Será que isso acontece porque ele é ruim e não tem capacidade de discernir adequadamente sobre a proficiência dos estudantes? Talvez. Mas, antes de jogar pedra, temos que considerar que ele vê em sala de aula características individuais que o Estado não consegue ver", dizem os autores.
Entre essas características, eles citam capacidade de expressão oral, comportamento, organização e a vivência extraclasse. Se um aluno trabalha bem em grupo, tem bom relacionamento com colegas e se mostra esforçado, isso não aparecerá no cálculo de sua nota no Saresp, mas o professor pode estar levando isso em conta no momento de avaliá-lo.
"Se a sociedade considera que a missão da escola é mais do que apenas ensinar conteúdos, é de se esperar que o professor avalie isso também. Portanto, antes de concluir que o professor é ruim, temos que considerar que pode ser que o Saresp e outros exames similares sejam instrumentos incompletos de avaliação."
No caso das diferenças de sexo e raça, os autores identificaram que a distância é significativa mesmo depois de controladas todas as variáveis observáveis. Ou seja, alunos com mesma nota no Saresp, que estudam na mesma turma e com características socioeconômicas semelhantes têm desempenhos diferentes no boletim escolar, conforme sexo ou raça.
No caso da diferença entre brancos e negros (o estudo soma autodeclarados pretos e pardos), uma hipótese é que seja resultado de discriminação.
Os autores alertam, no entanto, que o trabalho não permite comprovar empiricamente essa suspeita, até porque não foi possível identificar comportamento diferenciado de professores brancos ou negros.
Se o preconceito racial explicasse a diferença, era de se esperar que os professores negros não agissem da mesma maneira que seus colegas brancos.
Para eles, é preciso fazer mais estudos para entender por que a diferença a favor de brancos persiste mesmo considerando todas as variáveis observáveis estatisticamente.
"Entender se essa desigualdade é fruto de discriminação racial ou de diferenças socioeconômicas é importante para subsidiar políticas públicas de ação afirmativa", diz Madeira.

Que venha 2010!

Em 2010 que tenhamos diante dos sonhos uma idade indefinida.

Que venha 2010!
Com uma consciência ampliada do mundo entre a crítica e a construção. Nada da inveja humana desagregadora. Que tenhamos diante dos sonhos uma idade indefinida.
Que deixemos de lado o jogo cênico da convivência humana. Que possamos ser sinceros na medida em que a sinceridade não ofenda princípios e comícios e não coloque nossas vidas na ponta da flecha. Precisamos da coerência. Que não tenhamos idéias simetricamente uníssonas, mas que aprendamos a lidar com as diferenças de nossas idéias e nossas próprias diferenças.
Que não esqueçamos que vivemos em permanente transição e essa transição vai além do novo ano. Uma transição casuísta entre o bem e o mal, o possível e o que não pode ser. Somos arquitetos e arquitetas de outra história e histórias não se fazem de repente. Elas se fazem ao longo de muitos natais e vários e curtidos anos. Que possamos na nossa vida cotidiana conjugar questões essenciais sem desaprender o sorriso, a lembrança, as pessoas especiais. Contemporaneamente o tempo é nosso pior inimigo. Não temos mais tempo. Só para o trabalho e a família. Amizade hoje é artigo descartável. Que nossa vontade de compartilhar vidas e conhecimento seja andarilha, ampliando o alcance da melodia renascida pela presença “transitória?” do novo ano.
Que possamos apreciar, de verdade, a mistura de gentes sem esquecer nosso verniz pessoal.
Que possamos escrever no caderno-diário a meia dúzia de sonhos simples(sem envolvimento do crescimento financeiro), que a escassez de tempo nos permite ter. Somos mimetizados pela urgência. Não nos preocupamos mais em desapontar pessoas. O que nos importa verdadeiramente é garantir o futuro. Somos, hoje, antropofágicos de um tempo em sintonia com o supérfluo das relações humanas e nos entregamos a uma desenfreada autodissolução de valores e laços afetivos até que a morte nos puxa para valoração do momento presente.
Essa é a hora, ou metaforicamente, de cantarolar as músicas frescas com tantos e tantas que habitam a memória de nossas histórias. O individualismo nos abraça com uma intimidade avassaladora e fragmenta o continente de possibilidades de parcerias no jogo dos reflexos humanos. Estabelecemos uma comunicação meticulosa e introspecta com um número seletivo de amigos/amigas cúmplices do nosso mimetismo relacional.
Que não nos contentemos com o estado mínimo de direitos. Precisamos dos bastantes, numa justa fruição de legado do representante político eleito por nós. Vejam, somos nós que os/as elegemos! Homens e mulheres que só comem panetone no Natal. Precisamos de bastante respeito à pessoa humana. Precisamos começar a decidir o nosso destino político.
Que nossas teorias e reflexões tomem corpo e espírito e transformem-se em atitudes. Precisamos estabelecer, novamente, a interação com o outro ou outra que habita nesse conglomerado mundo de meu Deus, Olorum, Tupã e aí formar redes, alem da internet.
Precisamos voltar a cultivar a delicadeza de ser humano eliminando monólogos e estimulando o agrupamento e interlocução de novos protagonistas, sem arredar pé do idealismo que faz do universo um ponto de encontro entre o sonho, esperança e as possibilidades de mudança. Ok! O primitivo e o civilizado fazem parte da essência humana.
É preciso que prestemos atenção ao silêncio do nosso grupo social que em muitos reflete a nossa contemporânea omissão cidadã .
Estamos muito silenciosos diante das caminhadas contemporâneas? Somos uma sociedade participativa, agregadora?
É preciso que tenhamos tempo para compreender a verdadeira dimensão do ano que sem subterfúgios rompe parecido com tantos outros nascimentos, portanto é urgente que inventemos encaixes diferenciais para desfrutar a delícia e o desafio de um novo ano.
E que possamos vivenciar nossas raízes africanas. Sem preconceitos!
Seja bem-vindo 2010!
Blog Raízes da África

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

KWANZAA

História e etmologia


2009 Kwanzaa Movie The Black Candle narrator poor Maya Angelou
Ron Karina Kwanzaa criado em 1966 como o primeiro feriado especificamente Africano americanos. [2] Embora o histórico Juneteenth Africano feriado americano foi comemorado desde 1867, [3] Karenga disse que seu objetivo era "dar Blacks uma alternativa para o feriado já existentes e dar Blacks uma oportunidade para celebrar a si mesmos e história, ao invés de simplesmente imitar as práticas da sociedade dominante. "[4] O nome deriva do Kwanzaa Matunda frase suaíli ya kwanza, ou seja, os primeiros frutos da colheita. [5] A escolha de suaíli , uma língua do Leste Africano, reflete seu status como um símbolo do pan-africanismo, especialmente na década de 1960.
Kwanzaa é uma celebração que tem suas raízes no movimento nacionalista negro da década de 1960, e foi criada como um meio para ajudar os americanos Africano reconectar com a sua herança cultural e histórica Africano unindo em meditação e estudo das tradições Africano comum e princípios humanistas.
O selo Kwanzaa primeiro foi emitido pelo Serviço Postal dos Estados Unidos em 22 de outubro de 1997, com obras de arte por Synthia Saint James. [6] Em 2004, um selo Kwanzaa segundo, projetado por Daniel Minter, foi emitida, o que tem sete figuras coloridas vestes, simbolizando os sete princípios. [7]
Durante os primeiros anos de Kwanzaa, Karenga disse que era para ser uma alternativa para o Natal, que Jesus era psicótico, e que o cristianismo era uma religião branca que os negros deveriam evitar. [8] No entanto, como Kwanzaa ganhou adeptos mainstream, Karenga alteraram a sua posição para que os cristãos praticantes não será alienado, em seguida, afirmar, na Kwanzaa 1997: Uma Celebração da Família, Comunidade e Cultura ", Kwanzaa não foi criado para dar às pessoas uma alternativa para a sua própria religião ou feriado religioso."
As origens do Kwanzaa não são secretos e abertamente reconhecido por aqueles que promovem o feriado. [10] Muitos cristãos Africano americanos que celebram Kwanzaa fazer além de observar o Natal.
Princípios do Kwanzaa
Kwanzaa celebra o seu fundador chamou os sete princípios do Kwanzaa, ou Saba Nguzo (originalmente Nguzu Saba-os sete princípios da negritude), que Karenga disse que "é uma filosofia comunitária Africano", que consiste em que Karenga chamado de "o melhor do pensamento Africano e prática em constante intercâmbio com o mundo. " Estes sete princípios compreendem Kawaida, um termo suaíli de tradição e razão. Cada um dos sete dias de Kwanzaa é dedicado a um dos seguintes princípios, como segue:
• Umoja (unidade): Para buscar e manter a unidade da família, comunidade, nação e raça.
• Kujichagulia (Autodeterminação): Para definir a nós mesmos, o nome de nós mesmos criamos para nós mesmos, e falar para nós mesmos.
• Ujima (Coletiva de Trabalho e Responsabilidade): Para construir e manter a nossa comunidade juntos e fazer dos nossos irmãos e irmãs problemas "nossos problemas e resolvê-los juntos.
• Ujamaa (Cooperativa de Economia): Para construir e manter nossas lojas próprias, lojas e outros negócios e lucrar com eles juntos.
• Nia (Finalidade): para fazer a nossa vocação coletiva da construção e desenvolvimento da nossa comunidade, a fim de restaurar o nosso povo a sua grandeza tradicionais.
• Kuumba (Criatividade): Para sempre, tanto quanto pudermos, de forma que pudermos, para deixar nossa comunidade mais bonita e benéfico do que nós herdamos isso.
• Imani (Fé): Para acredito com todo o nosso coração de nosso povo, nossos pais, nossos professores, nossos líderes, e da justiça e da vitória da nossa luta.
Popularidade
Na sua Mensagem Presidencial de 2004 Kwanzaa, George W. Bush disse, "Durante a Kwanzaa, milhões de americanos Africano e as pessoas de ascendência Africano se reúnem para celebrar a sua herança e ancestralidade. Celebrações Kwanzaa proporcionar uma oportunidade para focar a importância da família, comunidade e história e refletir sobre a Saba Nguzo ou sete princípios da cultura Africano. Esses princípios enfatizam a unidade, autodeterminação, trabalho coletivo e responsabilidade, da economia cooperativa, da finalidade, criatividade e fé.
Em 2004, a BIG Research realizou uma pesquisa de marketing nos Estados Unidos para a Fundação Nacional de Varejo, que constatou que 1,6% dos entrevistados pretendem comemorar Kwanzaa. Se generalizadas para a população E.U. como um todo, isto implicaria que os cerca de 4,7 milhões de americanos programados para celebrar o Kwanzaa nesse ano. [12] Em um discurso de 2006, Ron Karenga afirmou que 28 milhões de pessoas celebram Kwanzaa. Ele manteve sempre é comemorado em todo o mundo. [1] Lee D. Baker coloca o número de 12 milhões de euros. The African American Cultural Center créditos de 30 milhões.
De acordo com Keith Mayes, o autor do Kwanzaa: Black Power e da realização da Africano-Americano de férias Tradição, a popularidade dentro os E.U. tem "nivelou-se" como o movimento black power não diminuiu, e agora entre metade e dois milhões de pessoas Kwanzaa em comemorar os E.U., ou entre um e cinco por cento dos Africano americanos. Mayes acrescenta que as instituições de branco agora celebrá-la. [14]
Respeito
Famílias Celebrando o Kwanzaa decorar seus lares com objetos de arte; Africano pano colorido, como kente, especialmente o uso de kaftans por mulheres, e frutas frescas, que representam Africano idealismo. É costume incluir as crianças nas cerimônias Kwanzaa e dar respeito e gratidão aos antepassados. Libations são compartilhados, geralmente com um cálice comum, Kikombe cha Umoja, repassados a todos os celebrantes. Non-Africano americanos também celebram Kwanzaa. [14] A saudação de feriado é "Alegria Kwanzaa". [11] [15] [16]
Uma cerimónia pode incluir Kwanzaa tambores e seleções musicais, libações, uma leitura do Juramento Africano e os Princípios da negritude, a reflexão sobre as cores Pan-Africano, uma discussão do princípio Africano do dia ou um capítulo na história Africano, uma vela ritual de iluminação desempenho, artístico, e, finalmente, uma festa (Karamu). A saudação a cada dia do Kwanzaa é Habari Gani? [17], que é suaíli para "What's the news?" [18]
Na primeira, os observadores do Kwanzaa evitar a mistura das férias ou de seus símbolos, valores e práticas com outros feriados, pois isso violaria o princípio da kujichagulia (autodeterminação) e, assim, violar a integridade do feriado, que é parcialmente concebida como uma recuperação de importantes valores Africano. Hoje, muitas famílias americanas Africano Kwanzaa comemorar junto com o Natal e Ano Novo. Freqüentemente, ambas as árvores de Natal e kinaras, o titular da vela tradicional simbólica do Africano raízes americanas, dividem espaço em Kwanzaa, celebração das famílias. Para eles, a Kwanzaa é uma oportunidade de incorporar elementos de seu patrimônio étnico em observâncias férias e comemorações de Natal.
Exposições culturais incluem o Espírito de Kwanzaa, uma celebração anual realizada no John F. Kennedy Center for the Performing Arts com dança interpretativa, Africano dança, música e poesia. [19] [20]
Evolução em observância do Kwanzaa
Em 1977, a Kwanzaa: origem, conceitos, práticas, Karenga Kwanzaa declarou que "foi escolhido para dar uma alternativa Preto para o feriado existente e dar-negros uma oportunidade de celebrar-se e história, ao invés de simplesmente imitar as práticas da sociedade dominante. "[21]
Em 1997, Karenga ea comunidade evoluiu, afirmando que enquanto Kwanzaa é um feriado-African American, pode ser celebrado por pessoas de qualquer raça: "Outras pessoas podem fazer e celebrá-lo, assim como outras pessoas participam Cinco de Mayo além de mexicanos ; Ano Novo chinês, além chinês; pow Native American wows além de nativos americanos. "[22] [duvidosos - discutir]
Atualmente, de acordo com o Web Site Oficial Kwanzaa (escrito por Karenga e mantido pela Organização E.U., cadeiras que Karenga), "Kwanzaa não foi criado para dar às pessoas uma alternativa para a sua própria religião ou feriado religioso. E não é uma alternativa para pessoas religião ou fé, mas um terreno comum da cultura Africano ... Kwanzaa não é uma reação ou um substituto para qualquer coisa. Na verdade, ele oferece uma opção clara e auto-consciente, oportunidade e uma chance de fazer uma escolha pró-ativa, uma auto-afirmação e escolha positiva por oposição a um reativo. "[23]
Interpretação mais recente Karenga enfatiza que, apesar de todos os povos têm suas tradições próprias férias, todas as pessoas podem participar da celebração da nossa humanidade comum: "Qualquer mensagem especial, que é bom para um povo em particular, se é humana, no seu conteúdo e ética em suas aterramento, não fala apenas para que as pessoas, ela fala para o mundo.

Segure e lance

Segure e lance